ESCLEROMETRIA E EXTRAÇÃO DE CORPOS DE PROVA

ESCLEROMETRIA

Mede a dureza superficial do concreto e é indicada da para avaliar varias zonas da mesma peça estrutural de concreto. No entanto, tendo como limitações ou desvantagem, este método só é representativo da camada superficial, com uma espessura variando entre 20 mm a 30 mm, as possíveis camadas interiores mal vibradas ou segregadasn ão seria possível detectar com esse equipamento. A utilização deste método permite comparar a homogeneidade do concreto em diferentes áreas da estrutura sem necessidade de danificar o concreto, No entanto, a NBR 7584 determina que o método esclerométrico não pode ser considerado substituto de outros métodos, mas como um complemento ou método adicional. De acordo com a NBR 7584 (1995) os fatores que influenciam os resultados dos ensaios de esclerometria são: Tipo de cimento, tipo de agregado, direção do ensaio, condições de Superfície, umidade e carbonatação, Idade do concreto e cura, massa especifica do concreto, esbeltez do elemento ensaiado e o material utilizado nas fôrmas (desmoldantes).


EXTRAÇÃO DE TESTEMUNHOS

A extração dos testemunhos, para fins de avaliação da resistência à compressão é um método destrutivo realizado com broca rotativa ou oscilante, refrigerada a água, sem uso de percussão (martelete) e deve ser feita para haver significado sempre de acordo com as indicações das normas brasileiras. No sentido de preservar a segurança da estrutura, toda extração tem de ser precedida de um escoramento adequado, sempre que ele se fizer necessário.


O QUE FAZER QUANDO A ESTRUTURA ESTÁ PRONTA E NÃO FOI FEITO O CONTROLE TECNOLÓGICO?

O ideal seria utilizar-se do esclerômetro para mapear a estrutura em relação a sua homogeneidade e realizar extração de corpos de prova nos locais com onde forem obtidos os índices esclerométricos maiores, menores e médios e então estimar a resistência à compressão da estrutura com base na sua correlação com os índices esclerométricos medidos.



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